segunda-feira, 16 de março de 2009

E de repente...

...o amor se misturou à hemoglobina e voltou a pessear pelo meu corpo como um velho conhecido. Meu coração começou a se regenerar e minhas mãos - como todas as outras partes - começaram a transbordar em palavras. Mas você não entendeu. Me perguntou o motivo das reações e por que eu me permiti (?) - logo eu que sei controlar (!) Eu não permiti mas também não me preocupei em conter. Não existe motivo, não existe razão. Me dediquei e cuidei. Com o amor que eu encontrei - não sei onde, como, nem quando - fiz amor brotar em mim. Mas foi assim... sem querer, sem saber...












Sem motivo. Por amor, com amor.
amor.

Nenhum comentário: